Algo em você
sabe mais do que
você pensa saber
A psicanálise é um espaço para que o inconsciente possa falar — e para que você possa escutar o que vem de dentro.
Iniciar uma análiseCRP 05/83937 · Atendimento psicanalítico online
Quem sou eu
A palavra
que cura
Sou psicanalista clínica (CRP 05/83937), formada na orientação freudiano-lacaniana. Atendo adultos que carregam algo que não passa — um sofrimento que se repete, uma questão que insiste, um desejo que não encontra caminho.
A psicanálise opera pelo viés da palavra. Não se trata de dar conselhos nem de adaptar o sujeito a um padrão. Trata-se de criar condições para que cada um possa escutar o próprio inconsciente — e, a partir daí, produzir algo novo.
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“O inconsciente é a condição da linguagem, e a linguagem é a condição do inconsciente.”Jacques Lacan
Psicanálise clínica
O que
orienta
A psicanálise não trata de diagnósticos nem de metas. Ela parte da singularidade de cada sujeito — do que o inconsciente produz, repete e insiste em dizer.
O inconsciente
Freud descobriu que há um saber que não sabemos que sabemos. O trabalho analítico cria condições para que esse saber possa emergir — pela fala livre, pela associação, pelo que escapa ao controle consciente.
A singularidade do sujeito
Não existe um tratamento padrão. A psicanálise recusa o universal e aposta no particular: cada sujeito tem sua história, sua lógica, sua forma única de gozar e de sofrer.
A palavra como operação
Freud chamou a psicanálise de “cura pela fala”. É pela palavra dita — e pela escuta analítica — que o sintoma pode ceder e o desejo encontrar novos destinos.
Dúvidas comuns
Perguntas
frequentes
Dúvidas que surgem com frequência antes de iniciar uma análise.
A psicanálise é uma prática clínica criada por Sigmund Freud e desenvolvida por Jacques Lacan, entre outros. Ela parte da escuta do inconsciente — daquilo que fala em nós sem que saibamos. Não é coaching, não dá conselhos, não prescreve metas: opera pela palavra, pelo tempo e pela singularidade de cada sujeito.
Não. A psicoterapia costuma ter um objetivo definido e um prazo. A análise, por sua vez, é conduzida pelo próprio analisante — sem roteiro pré-estabelecido. O que orienta o processo é o que emerge da fala livre, não protocos ou técnicas padronizadas.
Não há um prazo fixo. A duração de uma análise depende de cada sujeito, do que o trouxe ao divã e do que se produz ao longo do trabalho. Cada sessão tem 50 minutos. A frequência habitual é semanal.
Na entrevista inicial, você fala sobre o que te trouxe — o que incomoda, o que se repete, o que não passa. Não há questionários nem testes. Escuto o que você traz e, juntos, avaliamos se há condições para iniciar um trabalho analítico.
Sim. O que a análise requer não é um divã físico, mas a disposição de falar e um espaço onde a escuta analítica possa se estabelecer. O atendimento online, por vídeochamada, permite que isso aconteça com sigilo e continuidade.
Para adultos que sentem que algo não vai bem — mesmo sem saber exatamente o quê. Sofrimentos que se repetem, relações que não funcionam, sintomas que persistem, uma sensação de vazio ou de estar preso: tudo isso pode ser o ponto de partida de uma análise.
Algo em você já
deu o primeiro passo.
O que te trouxe até aqui já é o início. Entre em contato pelo WhatsApp — conversamos sobre o que te move e como podemos trabalhar juntos.
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